Lucas Gomes/Egito - Contemporaneidade
Estou deixando aqui o 2º contato de meu amigo Lucas Gomes em sua jornada no Egito.

Apesar da minha “pouca idade”, eu já estou começando a me preocupar com a rapidez com que as coisas têm passado e mudado.
Hoje você adquire um determinado conhecimento que até pode te trazer algum benefício pessoal ou mesmo coletivo, mas se você não ficar atento para uma necessária retradução, em pouquíssimo tempo esse conhecimento pode se tornar obsoleto.
Conheço pessoas que há dez anos empreenderam iniciativas super inovadoras. Influenciaram de forma positiva muitos processos de mudanças, e etc... mas, por não estarem atento ao tempo, agarrando-se somente em suas próprias idéias, não estão conseguindo mais acompanhar os novos rumos de trabalho.
Sobre tudo reconhecer que não somos mais detentores de todo o conhecimento deve gerar uma tremenda insegurança, mas hoje parece que é dessa forma que o mundo está caminhando.
Antes conhecemos grandes homens e mulheres, “Ícones” que se destacaram em “carreira solo”.
Mesmo fazendo parte de movimentos amplos, alguns nomes entraram para a história, como Martin Luter King, Madre Tereza, Bill Gates e outros.
Mas pelo caminhar da contemporaneidade, esse fenômeno ocorrerá com menos freqüência, ou até mesmo pode não mais ocorrer.
Hoje, boa parte das transformações virá pelo trabalho interdisciplinar de uma equipe. Cada um sendo bom em uma determinada área, somando suas percepções contribuirá para o todo.
Ainda sobre pioneirismo, estando no Egito tenho visto de perto a realidade de uma nação que não acompanhou os rumos da história.
Essa é uma das civilizações mais antigas que estudamos em nossas escolas. Durante séculos e séculos o Egito se destacou na ciência, agricultura, economia, arquitetura...
Mas hoje, conhecendo de perto alguns aspectos dessa linda terra, tem sido visível o quanto ela ficou para traz vendo a banda passar.
É claro que por aqui houve algumas invasões e guerras. Os ingleses roubaram esse povo por um bom tempo. Depois foram os Árabes que aportaram por essas terras.
Com essas invasões, a própria identidade e o espírito inovador do povo pode terem sido perdidos. Essas invasões\conquistas agem de forma intencional no intuito de mudar a identidade do povo.
Em nossa terra, por exemplo, entre outras coisas, os portugas proibiram que os índios falassem o guarani.
A imposição religiosa também poder ser uma grande arma de extermínio cultural.
Mais é isso povo, essas são mais algumas impressões que tenho tido dessa linda terra.
O tempo passa rápido de mais, daqui a pouco fará um mês que cheguei. Devido a grande diferença cultural que estou emergindo, preciso ter muito cuidado para não interpretá-la segundo os meus pré-supostos ocidentais. Não é fácil lidar com o choque cultural.
Todos os dias ao acordar, tenho pedido a Deus para eu não super valorizar o choque, até porque, o que me choca, poder ser para os egípcios comportamentos normais.
Que nós (eu, você e essa nação) venhamos estar atentos a história e a quem nós realmente somos e o para que fomos criados, para ao invés de ver a banda passar, nos apossarmos de nossos tamboris e compormos o abre alas.
Grande abraço.

Apesar da minha “pouca idade”, eu já estou começando a me preocupar com a rapidez com que as coisas têm passado e mudado.
Hoje você adquire um determinado conhecimento que até pode te trazer algum benefício pessoal ou mesmo coletivo, mas se você não ficar atento para uma necessária retradução, em pouquíssimo tempo esse conhecimento pode se tornar obsoleto.
Conheço pessoas que há dez anos empreenderam iniciativas super inovadoras. Influenciaram de forma positiva muitos processos de mudanças, e etc... mas, por não estarem atento ao tempo, agarrando-se somente em suas próprias idéias, não estão conseguindo mais acompanhar os novos rumos de trabalho.
Sobre tudo reconhecer que não somos mais detentores de todo o conhecimento deve gerar uma tremenda insegurança, mas hoje parece que é dessa forma que o mundo está caminhando.
Antes conhecemos grandes homens e mulheres, “Ícones” que se destacaram em “carreira solo”.
Mesmo fazendo parte de movimentos amplos, alguns nomes entraram para a história, como Martin Luter King, Madre Tereza, Bill Gates e outros.
Mas pelo caminhar da contemporaneidade, esse fenômeno ocorrerá com menos freqüência, ou até mesmo pode não mais ocorrer.
Hoje, boa parte das transformações virá pelo trabalho interdisciplinar de uma equipe. Cada um sendo bom em uma determinada área, somando suas percepções contribuirá para o todo.
Ainda sobre pioneirismo, estando no Egito tenho visto de perto a realidade de uma nação que não acompanhou os rumos da história.
Essa é uma das civilizações mais antigas que estudamos em nossas escolas. Durante séculos e séculos o Egito se destacou na ciência, agricultura, economia, arquitetura...
Mas hoje, conhecendo de perto alguns aspectos dessa linda terra, tem sido visível o quanto ela ficou para traz vendo a banda passar.
É claro que por aqui houve algumas invasões e guerras. Os ingleses roubaram esse povo por um bom tempo. Depois foram os Árabes que aportaram por essas terras.
Com essas invasões, a própria identidade e o espírito inovador do povo pode terem sido perdidos. Essas invasões\conquistas agem de forma intencional no intuito de mudar a identidade do povo.
Em nossa terra, por exemplo, entre outras coisas, os portugas proibiram que os índios falassem o guarani.
A imposição religiosa também poder ser uma grande arma de extermínio cultural.
Mais é isso povo, essas são mais algumas impressões que tenho tido dessa linda terra.
O tempo passa rápido de mais, daqui a pouco fará um mês que cheguei. Devido a grande diferença cultural que estou emergindo, preciso ter muito cuidado para não interpretá-la segundo os meus pré-supostos ocidentais. Não é fácil lidar com o choque cultural.
Todos os dias ao acordar, tenho pedido a Deus para eu não super valorizar o choque, até porque, o que me choca, poder ser para os egípcios comportamentos normais.
Que nós (eu, você e essa nação) venhamos estar atentos a história e a quem nós realmente somos e o para que fomos criados, para ao invés de ver a banda passar, nos apossarmos de nossos tamboris e compormos o abre alas.
Grande abraço.